quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sobre o que importa...

Carro do ano, casa, roupa da moda...tudo isso é muito bom sim...mas de que adiantaria ter tudo isso se nao temos ao nosso lado gente? É, é de gente que precisamos, é de gente como a gente, gente que ame, que sorri, que te faça sorrir, que chore também, gente que te conte histórias e queira saber das tuas, gente que te convide pra um passeio não só pelo seu carro do ano, gente que te chame pro bar toda... vez que abre uma gelada, por que sente falta da sua presença, do seu papo, gente que goste de ficar em silêncio com você também é importante, gente que te abrace e que diga um "você me faz bem" sincero e não um "te amo" da boca pra fora, amo gente...Amo gente que nao liga pra convenções e ditos da sociedade, gente que vive da maneira que achou certo, da maneira que se adaptou ao meio, e vive bem...vive feliz, sem precisar inventar uma vida que os outros querem, por que ser feliz está nas coisas mais imples da vida, ser feliz está na gente!!Em toda gente!!

Nana
26.01.2012
Se cada pessoa usasse o tanto de criatividade que tem em inventar as vidas dos outros para apurar seu auto controle, sua força intelectual, seu equilíbrio espiritual e seu bem estar, o mundo estaria bonito de se ver!


08/02/2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

(...)

...agora estou aqui cheia de lembrancinhas idiotas pra doer...

(...)

"Quero não querer mais...É complicado mas, não é amor."

Dez/2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Preciso ler e escrever desesperadamente, sem parar. Deixar nestas entrelinhas tudo o que está aqui dentro do meu peito, do meu coração, da minha razão ou sei lá onde fica este tal de amor, esta saudade, estas lembranças que corroem minha alma, porque estas entrelinhas parecem que conversam comigo e me acalmam, e elas me entendem e me dão bons conselhos. Acho. Preciso escrever desesperadamente, sem parar. Pra colocar aqui e deixar aqui estes sentimentos que estão tomando conta de mim, um quase desespero, que traz cheiro, que traz cores (mesmo que cinzas), que traz abraços, beijos, suor, pele, voz, sorrisos. Ah! (...) saudade, fica aqui.



"Tenho escrito sobre amor...não me reconheço mais."

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Quem dera se nossos tombos fossem como quando eramos crianças e nos provocassem apenas um raspão no joelho...Raspão na alma é bem mais doído.

sábado, 8 de outubro de 2011

Está na vida é pra se molhar!

Dia corrido. Pela manhã mercado, cozinha, filho, escola e um calor infernal. À tarde trabalho, aula, saí cedo do trabalho vim pra casa e preparei uma aulinha de última hora para os dois períodos de matemática da noite.
Saio da aula e uma chuva daquelas lá fora, sete quadras me separavam da minha cama, bom, bora encarar a chuva.
Ou eu começava naquelas de “Que droga esta chuva!”, “Vou molhar meu cabelo que escovei hoje porcaria!”, “Chuva dos infernos vou tomar um banho!” ou aproveitava ela.
Bem simples, ensaquei -é com sacolinha de mercado mesmo- meus livros, guardei na bolsa o telefone e o relógio e sai, quando saí a chuva já bateu no meu rosto, foi aí que me veio as frases citadas no começo do texto, mas, troquei elas.
Pode até ser brega, ser clichê, mas que foi tudo de bom sentir aquela chuva batendo no meu rosto foi, torci naquela hora pra não aparecer uma carona que fosse, segui andando pelas ruas escuras e sentindo o quanto é bom -pra começar- poder andar na chuva, fui deixando meus passos cada vez mais devagar. Não sei, mas nestes dias turbulentos que todos temos não sentir estes pequenos prazeres é uma lástima, aquela chuva parece que me purificou destes últimos dias da semana, tirou de mim o cansaço, me trouxe energias boas. Enquanto andava a passos de formiga e com um leve sorriso de satisfação no rosto vi alguém dentro de uma casa bonita, de alguém de posses -como dizia minha mãe- falando ao celular, esbravejando a chuva da sexta feira.
Lembrei que estes dias comentava com meu pai que só depois que amadurecemos é que compreendemos que 140 mm entre a noite de sábado e todo o domingo não é o fim do mundo, é sim o momento de aproveitar a nossa casa, é sim momento de ouvir a chuva na janela enquanto lemos um bom livro, ou até da pra fazer aquele trabalho de álgebra que há dias se ensaia pra começar, e isso pode sim se tornar prazeroso, organizar o guarda roupas porque não? E enquanto isso organizar os pensamentos também, deixar de lado aquelas “roupas” que não nos servem mais, que se tornaram pequenas nas nossas vidas e aquelas que não combinam mais vamos trocar, guardar aquelas que ainda temos muito carinho e que nos cabem como luvas, assistir um filminho com a filhota enquanto ela conta piadinhas sem graça e canta Justin Bieber no seu ouvido. Ta! Ta! Exagerei, mas pensem na chuva! Hehehehehe.
Enfim, quero dizer que se não soubermos tirar prazer das coisas simples, das coisas inevitáveis como o sol e a chuva, por exemplo, não vamos conseguir o bom humor suficiente para carregarmos nossos dias, mas, temos que ser maduros o suficiente pra entender isso, e não menos importantes que termos bom humor e maturidade é termos uma certeza também, que naquele seu bar preferido de sábado a noite não existe uma goteirinha se quer, é claro!



07/10/11
Nana

Blogs que sigo!